quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Uma Alimentação Racional




Os assuntos relacionados com a alimentação têm sido uma das grandes preocupa­ções da segunda metade des­te século. Ao falar de alimen­tação racional a palavra chave é "equilíbrio" ou seja, a inges­tão de uma grande variedade de alimentos em quantidades adequadas ao desgaste ener­gético diário e à fase da vida em que nos encontramos.
O nosso organismo necessi­ta de um conjunto de nutrien­tes para funcionar correc­tamente. A abundância ou escassez de qualquer um deles pode levar ao desequilíbrio dos sistemas orgânicos, ori­ginando problemas de saúde, mais ou menos graves.
A energia que consumimos é nos fornecida por três gru­pos de alimentos: Hidratos de Carbono (exemplos: massas, pão, arroz, batata, fruta, etc); Gorduras (exemplos: óleo, azeite, manteiga, margarina, etc); Proteínas (exemplos: leite e seus derivados, car­ne, peixe, ovos, etc). Destes três grupos o que tem maior peso na alimentação diária do adulto (homem ou mulher) é o dos Hidratos de Carbo­no, seguido das Gorduras e por último as Proteínas. Para além dos nutrientes energéti­cos, outros há que são funda­mentais para uma vida sau­dável: as vitaminas, os sais minerais e as fibras.
Fique atento a algumas destas regras básicas e consiga uma alimentação equilibrada:

Comer grande variedade de alimentos respeitando os diversos grupos alimentares e não ingerindo apenas alimen­tos pertencentes a um só!

Manter um peso saudá­vel.

Muitos são os estatu­tos que demonstram que a manutenção de um peso sau­dável, ao longo da vida, aju­da a reduzir a probabilida­de de ocorrência de doenças como: a hipertensão, doenças cardiovasculares, determina­dos tipos de cancro e a diabe­tes tipo II.

Controlar a ingestão de gordu­ras.

Uma dieta com baixo teor de gordura dimi­nuem o risco de doenças cardiovas­culares, diabetes tipo II, alguns tipos de cancro e o aumento de peso, que por sua vez pode desencadear doenças músculo-articulares (a gordu­ra contem mais do dobro de calorias que a mesma quanti­dade de hidratos de carbono ou de proteínas).

Adapte uma dieta rica em legumes, frutas e legumino­sas (ervilhas, favas, feijões, etc). Estes alimentos forne­cem vitaminas, sais minerais, fibras e, ainda hidratos de car­bono complexos essenciais. Como estes alimentos são naturalmente pobres em gor­dura, podem ajudar a dimi­nuir a ingestão da mesma.

Utilize sal com modera­ção. Uma dieta com baixo teor de sódio aju­da a reduzir o risco de hipertensão.

Se tomar bebidas alco­ólicas ou refrigerantes faça-o com moderação. São bebi­das altamente calóricas e cujo valor nutritivo é pouco sig­nificativo. O álcool e as bebidas contendo excitan­tes (chá preto, café) podem originar dependência e provo­car perturbações várias.

Beba muita água! A água tem zero calorias! Contraria­mente ao que muitas pesso­as pensam não "engorda" e é fundamental para a manu­tenção do equilíbrio funcio­nal (60% do peso corporal é água!).

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